segunda-feira, 18 de julho de 2016

Tirando o passaporte


Eu não me lembro de todos os detalhes de como foi tirar o passaporte, mas foi bem tranquilo.


Eu nunca viajei para o exterior e portanto não sabia de nada como funcionava, eu só sabia que precisava de um passaporte e tirar passaporte tinha alguma coisa a ver com a polícia federal kkkkk


Mas como nessa vida a gente não está só, sempre tem o Google pra nos ajudar, eu fiz algumas pesquisas e descobri tudo o que precisava ser feito sem ter que perguntar pra ninguém, eu não estou julgando quem pergunta esse tipo de coisa no Grupão ou em outro lugar, mas nós, futuras Au Pairs não podemos ter preguiça de pesquisar, ainda mais quando algo é tão simples.

 
Eu só precisei entrar em uma página no site da polícia federal, preencher um cadastro e agendar uma data de horário para comparecer a um posto de emissão de passaporte de minha preferência, no final é claro, ó sistema gera um boleto que você deve pagar e levar o comprovante de pagamento no dia agendado.

 
Eu paguei algo em torno de R$ 160,00 (não me lembro), na minha cidade tem um posto de emissão de passaporte então foi tranquilo.


No dia é preciso levar alguns documentos, por exemplo RG, comprovante de agendamento (que você imprimi no final do agendamento) o boleto e o comprovante que você pagou e também os comprovantes que você votou nas últimas eleições. Sei que muita gente já se enrola nessa parte, pois não votou ou não tem os comprovantes – Eu sempre guardo todos – Se você não tiver, basta ir no cartório eleitoral pegar uma declaração que você está em dia com a justiça federal.


No dia agendado eu cheguei uns minutinhos mais cedo, e esperava ter que ficar lá no mínimo a manhã toda, pois esses órgãos não tem uma boa fama quando se diz respeito a horários, mas foi muiiiiito rápido, primeiro um mocinha conferiu os meus documentos, eu aguardei mais uns minutos e já fui chamada novamente pra tirar a foto e as digitais.


Sobre a foto, sei que muita gente tem dúvida, você não precisa levar uma foto 3x4, é tirada lá na hora, e ao contrário do que muita gente pensa, inclusive eu, não precisa ser com o cabelo todo preso pra trás. Eu fui com o cabelo solto e maquiada – Maquiagem bem leve pelo amor de Deus – no site estava dizendo apenas que não poderia ter franja tampando o rosto, eu não tenho franja, mas a mulher implicou com o meu cabelo, disse que estava no rosto e que eu deveria colocar pra trás da orelha pra poder aparecer a orelha. Eu até tinha levado um elástico, mas não tinha nenhuma presilha ou grampo pra prender apenas a parte da frente do cabelo então tive que inclinar um pouquinho a cabeça pra trás para o cabelo não cair no rosto, porque ele não parava no lugar de jeito nenhum rsrs.... A mulher tirou umas 10 fotos, eu já estava com torcicolo e adivinha? Ficou ridícula é claro.


Não fiquei nem 10 minutos lá dentro, ela me entregou um papelzinho que tinha a data em que o meu passaporte poderia ser retirado.


A minha conclusão sobre tirar passaporte foi: Não importa o quanto você se arrume, se maquie e se prepare, ninguém fica bonito na foto do passaporte. A parte mais triste de tudo isso é que serei obrigada a passar um ano olhando para aquela foto ridícula.

 

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Preenchendo o application APC


Com licença da expressão – Puta negócio chato – olha... não é fácil.

O application é basicamente um perfil seu, que você coloca tudo sobre a sua vida, quando eu digo tudo, eu quero dizer tudo mesmo. Não que seja difícil, mas nem todo mundo tem facilidade de falar de você mesmo e quem não tem um inglês tão bom, assim como eu, vai ter mais dificuldades ainda.


A agência te dá um prazo para você preencher o application e entregar os documentos, não que você vai ser eliminada do processo se não cumprir o prazo, mas depois não reclama que está demorando muito. Eu confesso que enrolei bastante pra terminar o meu, era o último ano da faculdade, muitos trabalhos, seminário, notas, provas, etc. Além disso eram os meus últimos meses de trabalho, afinal o meu estágio terminava em 12/2014, estava tentando deixar tudo em ordem e treinar a minha sucessora. Eu fui fazendo tudo em passos de formiguinha e quando chegou dezembro, eu não dei conta, a cabeça estava cheia e eu precisava descansar, então disse a mim mesma que terminaria em janeiro. Fui pra praia no Ano Novo e voltei com as forças renovadas para continuar.


Na APC – pelo menos na STB – minha a gente me explicou que o application é dividido entre a parte virtual e a parte física.


Na parte virtual eu deveria escrever tudo sobre mim, minha experiências, etc... etc.... diretamente no portal da APC, eu poderia colocar o que eu quisesse, mas não deveria submeter, eu só poderia submeter após revisão dela, e a parte física seriam os documentos como (passaporte, CNH, antecedentes criminais entre outros) e os formulários de referência, pra quem não sabe as pessoas para quem você trabalhou cuidando de crianças precisam preencher um formulário de referência para você. Essa parte foi bem chata, pois além de você ter que procurar as pessoas pra quem você trabalhou, pois no meu caso algumas delas eu nem tinha mais contato, ainda tem outro agravante, o formulário é em inglês.


Esse processo de formulário de referência mudou atualmente, hoje em dia a APC possibilita que você cadastre a sua referência no portal que automaticamente envia um e-mail para a pessoa confirmar as informações que você colocou – detalhe que o e-mail também é em inglês – não sei se ficou melhor ou pior, mas eu conto mais sobre as atualizações o processo um outro dia.


Consegui adiantar essa parte de referência ainda em 2014 – graças a Deus – vou tentar detalhar melhor essa parte dos formulários nos próximos posts, mesmo sabendo que os formulários não são mais utilizados.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

A entrevista de perfil da STB/AuPairCare


Pra quem não sabe no caso da Au Pair Care, a agência representante é responsável pela captação de Au Pairs no Brasil, ou seja ela tem que garantir que a Au Pair fale inglês por exemplo, por isso algumas agências preferem fazer um teste escrito para comprovar que realmente testou o inglês da candidata.

 
Além da questão do inglês é necessário fazer uma entrevista de perfil, para identificar se a candidata realmente pode ser Au Pair, essa entrevista deve ser feita pela sua agente e deve ser registrada, ou seja existe um formulário que a agente deve preencher com as respostas da candidata, é realmente um roteiro para a entrevista, eu não sei se esse formulário ainda existe, lembrando que eu fiz a minha entrevista em 2014.

 
O que eu achei meio estranho foi que eu conversei com a minha agente, ela me fez diversas perguntas, porém depois ela me mostrou esse formulário e disse que eu deveria preencher, ela enviou no meu e-mail e me explicou que eu poderia preencher com minhas respostas, sempre em inglês e na terceira pessoa, achei esquisito, ela estava me pedindo para fazer um trabalho que ela deveria fazer? Isso mesmo... É claro que questionei, mas ela me explicou que aquele formulário deveria ser preenchido na hora da entrevista, mas que durante a conversa era difícil escrever todas as respostas e provavelmente ela acabaria deixando de registrar alguma coisa importante, por isso ela preferia que eu respondesse em casa com calma, assim poderia colocar mais coisas “valorizar mais as respostas” mas que ela havia me feito todas aquelas perguntas e que estava tudo ok com as minhas respostas, ou seja havia passado na entrevista de perfil.

 
No formulário também estava escrito que a entrevista de perfil deveria ser feita em inglês e no meu caso foi em português mesmo – graças a Deus rsrsrs – Mas sei que está errado. Acredito que esse seja um problema da Au Pair Care ou até mesmo da APIA que tem agencias representantes no Brasil. O objetivo dessas representantes é cadastrar o maior número de meninas possível, e muitas vezes elas podem “burlar” o sistema de seleção, para agilizar o processo. Isso me deixou com um pulga atrás da orelha, afinal será que o meu inglês era mesmo suficiente?

 

Certa vez vi um vídeo no YouTube de uma Au Pair que falava sobre o inglês, ela recomendava que não fosse com o inglês básico, pois seria muito difícil e disse que em quase todas as agências, independente do seu nível de inglês você vai passar no teste, pois eles querem que você entre/ pague o programa, se você vai se ferrar depois, problema é seu, quem mandou não estudar. Parabéns para as agências que realmente se preocupam/ avaliam isso.

 
Enfim... Após esse momento desabafo rsrs

 
Minha entrevista de perfil, terminou com ela me explicando como eu deveria preencher o application, logar no site, etc... Me entregou contrato, formulários e tudo mais.

terça-feira, 28 de junho de 2016

A entrevista de inglês da STB/AuPairCare


Como eu estava nervosa com esse teste de inglês, considero o meu nível de inglês muito básico.

 
É difícil definir o nível de inglês de cada um, pois depende muito do teste que você faz, eu estudei na CNA, cheguei ao nível Pré Avançado 2, ou seja foram 3 anos de muito estudo e muito dinheiro investido. Na minha opinião isso é muuuuuuito tempo, porém ainda tenho dificuldade de entender um vídeo, um filme, etc.

 
Quando me perguntam sobre o meu inglês não digo que é pré avançado ou algo do tipo, para mim o meu inglês é básico.

 
Eu havia visto em blogs e vlogs que algumas meninas fizeram um teste escrito de inglês e outras apenas uma entrevista, e que isso poderia variar de agência para agência. Quando cheguei na STB para uma visita, minha agente perguntou se eu já gostaria de fazer o teste de inglês e eu levei um susto: Mas como assim? Eu nem estudei? Como é?

 
Ela me explicou que eles faziam apenas uma entrevista e que essa entrevista era com o gerente da agência, que ele me faria perguntas simples do dia a dia e sobre o programa, basicamente o que a gente já tinha conversado em português, ela tentou me deixar bem tranquila dizendo que não era nada de mais, fomos pra uma sala mais reservada e chegou o tal gerente falando Hi, ai eu pensei: Ferrou. Minha agente permaneceu na sala assistindo a entrevista, porém ela já havia me avisado de que não poderia falar nada, apenas assistir.

 
Mas até aí eu estava muito tranquila no sentido de estar conhecendo o programa agora e preciso saber se o meu inglês é suficiente para o programa, se eu não passasse saberia que deveria estudar mais, não estava com medo de não passar, realmente queria saber o meu nível de inglês, se fosse necessário tentaria novamente no próximo ano.

 
O nervosismo realmente atrapalha e eu pensei – Porque estou nervosa? – Infelizmente o simples fato de falar inglês já assusta muita gente, mas logo que ele começou a falar e eu entendi as primeiras frases foi só alegria rsrs

 
Todo mundo quer saber o que é perguntado na entrevista e é muito simples:

 
Com quem você mora?

Fale um pouquinho sobre sua família.

Você trabalha com o que?

Você estuda o que?

Porque que ser au pair?

Você tem experiência com crianças?

Quais as suas experiências?

Como ficou sabendo do intercâmbio de au pair?

 
Não me lembro a sequência das perguntas, pois fluiu como uma conversa e não um entrevista, decorar ou ensaiar as respostas pode ser válido se você tem uma boa memória, isso não funciona pra mim, mesmo na época de escola eu não conseguia decorar nada da matéria eu precisava entender para poder lembrar na hora da prova.

 
Durante o meu teste, eu fiquei nervosa em alguns momentos que eu não entendi o que ele disse, lembro que ele perguntou algo e eu pedi pra ele repetir duas vezes até entender que ele estava perguntando qual a profissão do meu irmão mais velho e da minha irmã mais nova rsrsrs Se não entender peça pra repetir, se não entender de novo, peça pra repetir de novo, se você não entender pela quinta vez, aí acho que você deve repensar se esse é o momento certo para você ir aos EUA.

 
No final ele disse que o meu inglês era bom, disse que iam na agência muitas pessoas querendo fazer vários tipos de intercâmbio sem falar praticamente nada de inglês, muito menos que eu. Fiquei muito feliz em ter passado no teste, mas no fundo eu sabia que teria muita dificuldade quando chegasse nos EUA, pois tinha consciência de que o meu inglês era suficiente para o programa, mas continuava sendo básico.

 
Minha dica para a entrevista é: Fique tranquila, não coloque pressão em cima de você mesma.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A escolha da agência


Escolher a agência não é fácil, até porque é impossível saber qual agência vai ser a melhor, se você pesquisar referências das agências vai descobrir que muitas vezes elas foram boas e outras vezes deixaram a desejar.... não tem como saber.... Cada caso é um caso, e cada intercâmbio é diferente.

 
O que você precisa fazer é pesquisar sobre as diferenças de cada agência e escolher aquela em que você mais se sentiu segura.

 
No meu caso eu assisti a uma palestra online da Cultural Care, fiquei encantada, mas tinham alguns pontos que eu não gostei muito:


·        Sede em São Paulo (moro em Indaiatuba, interior de SP, cerca de 1hr da capital);

·        Preço (R$ 3.500,00) a vista, assim que fechar o match e R$ 300,00 de inscrição;

·        Só é possível conversar com 1 família de cada vez;

·        Taxa de R$ 40,00 para entrevista de perfil e teste de inglês.


Posteriormente eu encontrei outra agência a AuPairCare, essa agência não tinha sede no Brasil, eles tinham representantes (CI, STB, World Study).... devem ter outras, mas eu não lembro... Essas agências fazem diversos tipos de intercâmbio e entre eles o Au Pair através da AuPairCare, isso quer dizer que enquanto você estiver no Brasil terá todo o apoio da sua representante, mas quando embarcar para os EUA a sua agência será a AuPairCare. Entre esses representantes eu escolhi a STB, fui conhece-los no início de 11/2014, escolhi a STB porque aquela menina que trabalhava comigo, sujo a sua irmã estava nos EUA como Au Pair, havia feito tudo pela STB/ AuPairCare e me deu ótimas referências da agência de Campinas (Cambuí). Gostei muito da visita, e todos os pontos que eu não havia gostado na Cultura Care, não eram problemas na AuPairCare:


·        Agência em Campinas (Do lado de Indaiatuba, perto da minha casa);

·        Preço, se eu fechasse aquele mês o programa sairia por US$ 500,00 e eu poderia parcelar;

·        É possível conversar com várias famílias ao mesmo tempo, ou seja comparar melhor, para poder escolher;

·        Entrevista de perfil e teste de inglês gratuitos.


Aproveitei e nesse mesmo dia eu fiz o teste de inglês que se tratava de uma entrevista de cerca de 10 minutos em inglês.... depois conto mais sobre a entrevista em outro post... recebi na hora o resultado de que havia passado. O único ponto negativo da AuPairCare é que o programa deveria ser pago no início do processo, ainda na inscrição, diferentemente da Cultural Care, onde eu pagaria apenas após ter o Match (colocação na família). Fiquei bastante insegura com essa questão, afinal sabia que se acontecesse alguma coisa eu desistisse do programa seria muito mais difícil conseguir o reembolso, portanto decidi ir para casa e pensar.

 
Pensei.... Pensei.... Pensei....

 
E decidi fechar com a AuPairCare, se eu me inscrevesse ainda naquele mês de outubro eu pagaria US$ 500,00 pelo programa todo e foi o que eu fiz, retornei na agência no dia 30/11/2014 e fiz a minha inscrição, naquele dia o dólar estava no valor de R$ 2,49.... que saudade rsrs...., meu programa ficou aproximadamente R$ 1400,00, dei uma entrada de R$ 400,00 reais e parcelei o restante no cartão de crédito.

 
Eu sei, fiz contato com apenas 2 agências, poderia ter contatado outras, porém me senti satisfeita com a minha escolha, saí da STB aquele dia, com uma lista de documentos para providenciar, formulários que deveriam ser preenchidos e login no site da AuPairCare, onde deveria preencher o meu application.

 
Havia muito trabalho para ser feito....

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Como conheci o programa e decidi ser Au Pair


Essa minha nada curta saga se iniciou em 2014... eu sei, faz muito tempo..... mas vou explicar porque.

 
Sempre tive um desejo de fazer intercâmbio e morar fora do país por um período, e os EUA sempre fizeram os meus olhinhos brilhar. Até já participei da seleção de um outro programa de Intercâmbio: Jovens Embaixadores, mas não consegui a vaga e portanto continuava com esse sonho e nenhum dinheiro L

 
Até que no início do ano de 2014 ouvi pela primeira vez sobre o programa de Au Pair, trabalhava em um empresa multinacional como estagiária no RH e certo dia voltando de uma reunião surgiu dentro do carro um assunto: Intercâmbio. Estávamos conversando sobre uma pessoa da equipe que havia ido estudar inglês na África do Sul... achei fantástico... e uma das meninas que estavam no carro, começou a contar:

 
- Também fiz um intercâmbio, não completei o meu ano porque preferi voltar pra casa, mas foram meses incríveis, morei nos EUA trabalhando como Au Pair.
Eu – Nossa que legal, quanto custou?
- Foi muito barato, pelo programa você nem paga passagem, a família te dá moradia e alimentação, e ainda de paga um salário.

 
Nesse momento eu surtei, não sabia muita coisa sobre o programa, mas eu sabia que seria uma chance de realizar meu sonho.... O tempo passou e isso ficou na minha cabeça, mas não fiz maiores pesquisas sobre o programa, e você me pergunta porquê.... simplesmente porque eu não lembrava o nome do programa.... Eu sei, me sentia uma idiota.

 
Alguns meses depois, acredito que em 05/2014 conheci uma pessoa, ela trabalhava em uma corretora que atendia a empresa onde eu fazia estágio, conversávamos bastante e ela me contou que sua irmã estava morando nos EUA como Au Pair.... acredite.... a primeira coisa que fiz foi anotar em um papelzinho o nome do intercâmbio rsrs

 
Daí em diante eu pesquisei, pesquisei e pesquisei mais um pouco, li blog, vi vídeos e até entrei no famoso Grupão, lia as histórias e me encantava cada vez mais, o problema é que tudo parecia muito distante para mim.... Imagine, uma menina do interior de SP, pobre, morar nos EUA. Nunca iria acontecer.

 
Meu estágio terminava em 12/2014 e eu não sabia se receberia uma proposta da empresa para ser efetivada, em 07/2014 tirei férias do estágio, e foram 30 dias de pesquisa intensa, se essas férias não terminassem logo eu ia surtar rsrsrs mas esses 30 dias foram muito úteis.... eu decidi.... VOU SER AU PAIR

 
Quando retornei das férias tive uma conversa com a minha supervisora e disse a ela que eu faria um intercâmbio quando terminasse o estágio, logo não aceitaria qualquer proposta que a empresa viesse me fazer e recebi todo apoio possível da empresa, não foi fácil essa conversa, não tinha 100% de certeza do programa e estava “desperdiçando” a chance de seguir carreira em uma empresa incrível.

 
Decidir ser Au Pair foi muito difícil pra mim, perdi noites de sono pensando se valeria mesmo a pena.... e a coragem?.... difícil encontrá-la. Os dois meses a seguir seriam de maissssss pesquisa, afinal teria que escolher uma agência.

 
Mais dúvidas e mais incertezas, mal comecei e já estou prestes a ter um infarto rsrs

terça-feira, 21 de junho de 2016

Apresentação do Blog


Hoje eu acordei com vontade de escrever... sim.... isso mesmo... quero contar um pouco sobre o momento que estou vivendo.
 

Sou uma aspirante a Au Pair, e muitas coisas vem acontecendo e assim como muitas meninas, senti a necessidade de compartilhar minhas experiências, vou contar aqui, como se fosse um diário o meu passo a passo para me tornar uma Au Pair nos EUA.

 
Ainda estou no Brasil, mas entrei nessa aventura a algum tempo, mas agora sinto que as coisas tem caminhado para os finalmentes, ou seja, acho que agora vai.

 
Estou na bendita fase do processo onde você deve escolher uma família, conversar com elas para depois ter o “Match” ou seja “ser contratada”. Acredito que a maioria das pessoas que vão ler isso aqui vão ser: Ninguém ou pessoas que tenham interesse no programa ou já estão no processo. Portanto não pretendo fazer posts explicando o que é o programa de Au Pair, mas sim o foco será contar as minhas experiências. Caso alguém queira saber mais “informações técnicas”, por favor me falem que posso explicar com certeza.

 
Li muitos blogs, assisti muitos vlogs e falei com muitas meninas pelo Facebook enquanto pesquisava sobre o programa e isso me ajudou muito, se eu puder também ajudar quem está começando, o farei com o maior prazer.

 
Não prometo, posts diários, semanais, mensais ou nada do tipo. Vou escrevendo conforme as coisas forem acontecendo e eu for sentindo a necessidade, se eu sumir por um tempo não se preocupem, mas se eu sumir por muito tempo *O* podem me enviar uma mensagem rsrs

 

Então é isso... Até mais....